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Campanhas para Apps

Entenda mais sobre app trackers e como usá-los a seu favor

25 de dezembro de 2020

Os app trackers são ferramentas utilizadas em mobile marketing, principalmente na execução de campanhas de mídia paga, para acompanhar resultados de crescimento e engajamento do aplicativo.

Isso é feito associando o aplicativo de monitoramento ao canal de aquisição de onde vieram os usuários. Entre as ferramentas mais conhecidas do mercado estão AppsFlyer, Adjust e Firebase.

Para que serve um app tracker?

Além de uma forma de acompanhar resultados em campanhas de mídia, as ferramentas são aliadas em outras métricas. Confira abaixo:

Analisar sentimento do usuário

Para saber o sentimento do usuário em relação ao aplicativo é preciso entender a “jornada do usuário” no aplicativo tracker desde o download até sua ativação, retenção e fidelidade.

Verificar retenção

Nessas plataformas, também é possível identificar retenção de períodos mais longos e fazer análises mais completas sobre o uso das features do aplicativo durante o tempo, além da taxa de uso do aplicativo, que pode ser acompanhada por app trackers.

Desenvolver estratégias para fidelização

Ao analisar os dados acima, é possível implementar estratégias para melhorar as métricas de retenção constantemente. Entre outras informações coletadas por big data que auxiliam no desenvolvimento estratégico estão taxa de conversão, falhas, impressões e visualizações.

App Indexing

App Indexing é uma estratégia que visa conectar o site da marca ao seu aplicativo correspondente, sendo basicamente a junção entre SEO e ASO. Por exemplo, quando você quer assistir a um filme na Netflix, o navegador te direciona diretamente para o aplicativo que você tem instalado no celular.

Outro exemplo é quando você busca, pelo navegador do celular, o nome de algum site ou app e o primeiro resultado é um link para a App Store para instalação do app.

Nesse caso, o app tracker tem papel fundamental, pois possibilita que celulares do tipo iOS consigam realizar o app indexing. Para isso, basta seguir os passos descritos no link ao final da resposta, um do Firebase e outro da página da Apple Developers.

Também é possível executar essa ação por meio de outros app trackings e ferramentas de Deep Link, por exemplo.

Ferramentas de terceiros X plataformas nativas

Qual é a diferença de trackeamento entre ferramentas de terceiros, como são Firebase, Crashlytics, entre outras e as plataformas nativas de relatórios de dados, como Android Vitals ou iTunes Connect?

app trackers

Nesse caso, um ponto a se considerar é que é normal que as taxas difiram entre as ferramentas. Isso acontece porque cada plataforma possui uma forma de atribuição e de contagem dos dados diferentes.

Assim, as métricas jamais devem ser comparadas entre si, é essencial compreender que funcionam de maneiras diferentes e identificar qual está mais alinhada ao objetivo da análise em questão.

Confira os três principais motivos para os números diferentes.

Fonte dos relatórios

Em primeiro lugar, o Android Vitals não é uma solução de monitoramento e relatórios feito com base em SDKs (Software Development Kit), e sim uma plataforma para capturar e reportar problemas de estabilidade do app.

Na prática, isso significa que o Android Vitals captura eventos que não podem ser captados por SDKs. Por exemplo, Android Vitals capturam falhas no lançamento (abertura) do app, o que acontece antes que qualquer SDK possa ser iniciado/ativado.

Fontes de instalação

O Android Vitals mostra somente dados sobre apps distribuídos via Google Play, enquanto SDKs estão disponíveis também em apps que são instalados por meio de outras fontes que o Google Play não suporta.

Definição do que é uma “falha”

O Android Vitals pode ter uma definição de “falhas” bem diferente de outras plataformas. Para calcular taxa de falhas, ele conta o número de falhas por sessões diárias, e sessão diária corresponde a um dia em que o app foi utilizado.

No iOS, as falhas correspondem a quantas vezes o aplicativo falhou por dia. Esse dado é mostrado somente “opt-in”, ou seja, apenas os usuários do app que concordaram em compartilhar suas informações com a Apple. Desta forma, esse dado não é apresentado em sua totalidade, apenas de uma porcentagem dos usuários que utilizam o aplicativo.

Por outro lado, o Crashlytics conta o número de falhas por sessão aberta no app. Por exemplo, se um usuário jogou um game três vezes em um dia e experienciou uma falha, o Android Vitals mostraria uma taxa de falhas de 100%, enquanto que o Crashlytics mostraria uma taxa de falhas de 33%.

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