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Como os apps de finanças têm ganhado o mercado mobile

Postado em 21 de fevereiro de 2020.

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Assim como diversos outros serviços, os financeiros também estão se adaptando ao mundo digital. Uma prova são app de finanças, que estão presentes na maioria dos smartphones do mundo, seja mobile banking ou para ajudar a organizar os gastos.

Mas, assim como as unidades físicas de bancos e demais instituições financeiras precisam oferecem serviços personalizados aos seus clientes, os aplicativos também têm essas necessidades, especialmente para fidelizar os usuários.

Muitos serviços são oferecidos nas plataformas desse segmento, mas poucas são, realmente, personalizadas. Então, quais os diferenciais exclusivos para cada necessidade que podem ser oferecidos aos clientes?

Instituições financeiras e Fintechs

Em 1994, Bill Gates afirmou que as pessoas não precisavam de bancos, dizendo que “o que realmente importa são os serviços bancários, mas não as instituições financeiras [físicas]”.

Na década de 1990 tal afirmação teria nenhum fundamento enquanto, atualmente, as Fintechs têm mostrado o quanto a fala de Gates faz sentido. Com tal concorrência, os bancos tradicionais têm encontrado um desafio ainda maior para fidelizar seus clientes.

Para iniciar a conquista na era digital, os internet bankings tiveram que evoluir para mobile bankings que, aos poucos, passaram a ser aceitos e conquistaram a confiança das pessoas.

O relatório anual da FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) mostra não apenas o crescimento do uso de serviços on-line, como os efetuados através de aplicativos. Em 2018, R$ 19,6 bilhões foram investidos em tecnologia pelos bancos.

Todo esse investimento está gerando resultados: em 2015 foram registrados R$ 11,2 bilhões em transações bancárias via mobile banking. Em 2018, esse valor saltou para R$ 31,3 bilhões. Em contrapartida, as transações realizadas por internet banking foram de R$ 17,7 bilhões em 2015 para R$ 16,2 bilhões em 2018.

Tais resultados mostram como os apps de bancos estão sendo cada vez mais utilizados. Com isso, é de se esperar que os clientes busquem por novidades e diferenciais que atraiam sua atenção e que os aplicativos de finanças aumentem, assim, a taxa de conversão.

Fintechs

As fintechs surgiram no mercado financeiro há pouco tempo e, na mesma velocidade, conquistaram uma legião de clientes, principalmente por conta de diferenciais como isenção de anuidades e demais taxas que, comumente, são cobradas pelas instituições financeiras tradicionais.

Mas como os clientes buscam por novidades que costumam ir além dos serviços disponibilizados para todos, os apps de finanças desse segmento passaram a oferecer serviços mais personalizados, como a possibilidade do cliente acompanhar, detalhadamente, seus gastos e poder controlá-los de acordo o seu perfil.

O que é considerado personalização

Um estudo realizado pela Universidade do Texas apontou que os usuários de aplicativos consideram dois fatores relevantes para a personalização de uma plataforma mobile: controle e apenas informações necessárias.

  • Controle: o consumidor deseja estar no controle de suas ações no app e da forma receberá os conteúdos. Tendo um app de finanças pessoais como exemplo, a possibilidade de fazer um planejamento de gastos se encaixa nesse ponto.
  • Informações necessárias: os usuários de aplicativos têm o desejo de receber informações que os interesse, e não as que são genéricas e que fogem de suas necessidades. Não faz sentido, por exemplo, receber notícia de juros menores no crédito, quando ele possui um cartão sem anuidade.

Mesmo tendo a consciência de que os serviços oferecidos atendem diversas pessoas, tanto os clientes de lojas físicas, quanto os usuários de aplicativos desejam se sentir únicos. E essa é a razão pela qual as funções personalizáveis são um dos maiores motivos de conversão de um app.

Exemplos de serviços personalizados

Uma vez que os clientes desejam ter controle total de suas ações em um serviço oferecido, outro fator que faz com que ele se sinta único é o “cuidado” oferecido pela empresa. Com isso, a possibilidade de definir um valor a ser gasto por mês, pode ser considerado personalização.

Outra ação que pode entrar na lista de serviços personalizados dos apps para organizar as finanças é o envio de mensagens de gastos aos clientes, alertando-os de que já estão próximos ao limite estipulado, mensalmente.

Sugestões de investimentos e controle financeiro, tendo como base o perfil do usuário, é outra possibilidade de personalização. A renda disponível, somada com os objetivos do cliente e suas características de investidor (conservador ou agressivo) pode conquistar o usuário.

Para se aprofundar mais no tema e como impulsionar o seu app de finanças, confira o E-book Apps de finanças: guia para criar e impulsionar o seu. Além de informações importantes sobre essas plataformas mobile, o material te ajudará a ter ideias de ferramentas personalizadas para seu aplicativo.

Conte com a ajuda do RankMyAPP

Assim como os demais, os apps de finanças também precisam passar por testes para que seja analisado o que o público espera das plataformas. Para isso, confira como o RankMyAPP, com ASO e testes A/B, fez três aplicativos de cartões de crédito conquistarem melhores posições dentro das lojas de aplicativos.


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