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Conheça os tipos de aplicativos e saiba quando usá-los

Postado em 24 de junho de 2018.

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O maior desafio de um desenvolvedor que está com a ideia do app pronta é decidir qual tipo de aplicativo se encaixa melhor com o produto que está sendo oferecido. Além disso, existe um cuidado para não escolher uma opção que não seja rentável ou que esteja “batida” no mercado.

E como sabemos que criar um aplicativo é uma missão, separamos três principais tipos de apps, focando naqueles que têm relevância no mundo mobile atualmente. Assim, você decide quais desses recursos combinam mais com a sua aplicação.

Apps nativos

Os apps nativos são desenvolvidos em uma plataforma que possibilita que um aplicativo funcione em qualquer tipo de dispositivo, seja iOS, Android ou Windows Phone. Além disso, apps nativos conseguem acessar várias funcionalidades de um celular, como câmera, GPS, calendário, fotos e afins.

Hoje, nas lojas de aplicativos, os apps nativos são os mais encontrados e de fácil acesso, pelo fato de possibilitar o uso de recursos externos para complementar o app. Por ter esse potencial, é um tipo de aplicativo mais trabalhoso de desenvolver e um pouco mais caro.

Porém, o investimento vale muito a pena, já que deixa o aplicativo muito mais estável, não precisando necessariamente de conexão integral de internet para os itens funcionarem e também não há perda de nenhum conteúdo utilizado.

Em uma era de usuários que são muito exigentes e querem um serviço ágil e prático, os apps nativos são uma ótima opção. A margem de erros é muito pequena e, após o desenvolvimento, o trabalho de atualização do app fica muito mais fácil.

Web apps

Pelo nome você já deve estar se perguntando, como desenvolver um aplicativo para web? E por mais estranho que pareça, é possível desenvolver, sim, mas é bem diferente em comparação a um app nativo.

Os web apps têm um design muitíssimo parecido com os apps normais, porém só podem ser acessados por meio de uma página na internet, um browser. Na realidade, eles não são aplicativos de verdade, só precisam estar enquadrados em um design que seja para mobile.

Por não serem apps de fato, não é possível programar notificações de push, por exemplo, como muito apps usufruem deste recurso.

Mas, o lado positivo é que ao desenvolver um web app, não há necessidade de esperar a aprovação das apps stores para a disponibilidade do app, que é um processo bem burocrático.

E, além disso, o custo de desenvolvimento é bem mais baixo, já que o único cuidado a ser tomado para se adequar aos apps é com o design para mobile.

Aplicativos híbridos

Os aplicativos híbridos são ainda mais diferentes que os nativos e web apps. Ao invés de usar a linguagem de um sistema operacional específico para cada sistema, os híbridos desenvolvem um app meio a meio, para funcionar tanto como aplicativo nativo quanto web apps.

Por conta disso, esses apps estão embasados em uma linguagem diferente, seja ela JavaScript, HTML ou CSS. Então, é possível acessar o app pelo browser mas também baixá-lo em uma app store.

E mesmo sendo dividido entre esses dois tipos de aplicativos, os híbridos disponibilizam a mesma funcionalidade, tendo o app disponível em mais de uma plataforma.

Os apps híbridos são uma boa opção para os desenvolvedores que ainda não possuem recursos financeiros o suficiente para desenvolver um app nativo. Por só usar ˜metade” desse sistema, a criação fica um pouco mais barata.

Qual deles é o melhor?

Mesmo sendo aplicativos diferentes, escolher o melhor depende muito da necessidade do desenvolvedor em precisar de um aplicativo com mais funcionalidades e também se há recursos para fazer o app acontecer.

Então, o recomendável é estudar se o serviço que você oferece depende de um app mais complexo e se o seu usuário em potencial considerará o seu app útil.

O que podemos dizer é que os app híbridos são mais fáceis e baratos para o desenvolvimento, porém não são tão rápidos quanto os híbridos, e esse fator é muito importante para o usuário.

Então, o recomendável é estudar se o serviço que você oferece depende de um app mais complexo e se o seu usuário em potencial considerará o seu app útil. Faça testes e pesquisas, entenda a necessidade do público e da sua empresa e opte pela solução mais rentável e que trará benefícios.

E lembre-se, depois de desenvolver o app e hospedá-lo nas app stores, o próximo passo é investir em App Store Optimization. O processo de otimização é o único que garante que o usuário irá encontrar seu serviço no ranking das lojas.

Não faz a mínima ideia do que estamos falando? Não se preocupe! Temos um e-book disponibilizado pelo RankMyApp, explicando tudo sobre esse universo mobile!

 


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